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Aconitum napellus

Aconitum napellus L.

Nomes populares: acônito, monkshood, acónito, tora blava, aconit, mönchhut, napello, stormhatt,monnikskap, auld wife’s huid, blue rocket, friar’s cap, monkshood, wolfsbane, aconite, venus’ chariot, wolfsbane garden, monk’s hood garden, aconite maralobo, aconite saludable, aconite de flor grande, aconite napelo, anapello, anapelo, capilla de mono, delfinium, espora, espora-de-jardim, haba de lobo, kurt, larkspur, raiz del diablo, staggerweed.

Parte utilizada: raiz

Uso popular: analgésico, usado nas nevralgias, gota, reumatismo, afecções respiratórias (gripe, coriza).

Aconitum napellus é utilizada em homeopatia na forma de tintura-mãe nos casos onde é necessário uma ação breve em inflamações causadas pela esposição ao frio e ao vento ou ao calor excessivo e nos casos onde se deve afrontar as consequências de traumas devidas ao medo ou susto. Também é indicada para tratar congestão intensa, pele seca e quente com sensação de queimadura, pulso acelerado, agitação e ânsia, inquietude e hipersensibilidade excessiva quando esses sintomas são agravados pelo barulho, pela música, pela luz, pelo odor, pelo frio ou calor intensos e pelo movimento. É utilizado na hipertensão quando são presentes os sintomas de palpitação, taquicardia e pulso acelerado. Febre que se manifesta súbito muito alta, acompanhada de pele quente, tremores e sede intensa ou febre associada ao resfriado agudo e tosse seca, rinite ou laringite aguda. Dor, nevralgia, taquicardia, hipertensão, dor e inflamação auricular, congestão estomacal, dor de dentes, hemorroidas e diarreia.

Em caso de abuso de Aconitum napellus os antídotos são Coffea e Nux vomica.

Aconitum napellus é uma herbácea que cresce espontaneamente nos bosques das montanhas europeias.

As flores de Aconitum napellus são azuis escuro.

Aconitum napellus contém aconitina que é uma substância venenosa que era usada para envenenar flechas e lanças.

O genero Aconitum spp. apresenta o alcalóide atisina cujo precursor biogenético é o isopreno diterpênico.

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(Farmacognosia da planta ao medicamento. 6 edição. Organização: Cláudia Maria Oliveira Simões, Eloir Paulo Schenkel, Grace Gosmann, João Carlos Palazzo de Mello, Lilian Auler Mentz e Pedro Ros Petrovick. Editoras UFRGS e UFSC, 2010).

 

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